Casal de bicicleta elétrica junto a uma escultura de Botero na Plaza Botero de Medellín
Medellín

Plaza Botero: 23 esculturas gordas e felizes ao ar livre

Vinte e três gigantes de bronze ao ar livre, no coração vivo do centro de Medellín.

A Plaza Botero é o museu sem portas de Medellín: vinte e três esculturas monumentais de bronze doadas por Fernando Botero à sua cidade natal, espalhadas por uma praça aberta que nunca fecha e onde não há vitrines nem cordões. Ao lado ficam o Museu de Antioquia e o Palácio da Cultura, e a duas quadras começa El Hueco. É o ponto onde a arte e a cidade real se tocam sem filtro.

O que ver e fazer

  1. 1. As 23 esculturas de Botero

    Fernando Botero, nascido em Medellín em 1932, doou à sua cidade estas vinte e três peças de bronze que ocupam a praça ao ar livre. São volumosas, brilhantes e podem tocar-se — há partes polidas por milhões de mãos. Sem vitrines nem horário: um museu aberto a qualquer hora, no meio do movimento do centro.

  2. 2. Museu de Antioquia

    Mesmo ao lado da praça. Alberga a maior coleção de obra de Botero do país, além de arte pré-colombiana, colonial e contemporânea antioquenha. Convém consultar horários e preços atualizados antes de ir, porque mudam consoante a época.

  3. 3. Palácio da Cultura Rafael Uribe Uribe

    O edifício listado a branco e preto que preside à praça, de estilo gótico flamengo, começado em 1925 e terminado décadas depois. A entrada é gratuita. Suba aos pisos superiores: o pátio interior com a escadaria em espiral é o melhor do edifício e muita gente fica em baixo sem o ver.

  4. 4. O ambiente do centro

    A praça é o coração vivo do centro: vendedores ambulantes, músicos de rua, gente a jogar xadrez, funcionários a passar apressados. Não é um cenário turístico, é a cidade a funcionar. Vale a pena sentar-se um quarto de hora só para observar.

  5. 5. El Hueco, a duas quadras

    O distrito comercial mais denso de Medellín, onde os locais compram de verdade. Se lhe interessa o comércio popular, é um mundo à parte e fica mesmo ao lado.

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Info prática

  • Como chegar: metro linha A, estação Parque Berrío. Sai praticamente sobre a praça.
  • Quando ir: de dia e durante a semana. A praça muda bastante ao cair da noite e não é zona para passear depois de escurecer.
  • Quanto tempo: uma hora para a praça e o Palácio da Cultura; mais duas ou três se entrar no Museu de Antioquia.
  • O que levar: pouca coisa e bem guardada. É centro urbano denso: mochila à frente, telemóvel no bolso e nada de valor à vista.
  • Entrada: a praça é pública e gratuita, aberta a qualquer hora. O Palácio da Cultura é gratuito. O Museu de Antioquia cobra entrada.
  • Como combinar: a praça, o Palácio da Cultura e o Museu de Antioquia estão a menos de duzentos metros uns dos outros e cabem numa manhã.

Perguntas frequentes

Podem tocar-se as esculturas?

Sim, e é parte da graça. Foram feitas para conviver com as pessoas, não para se verem por trás de um cordão.

Quanto custa entrar na praça?

Nada. É um espaço público ao ar livre, acessível a qualquer hora.

É seguro ir por conta própria?

De dia e com as precauções normais de um centro urbano, sim. É uma zona muito movimentada e com presença policial. De noite muda e não recomendamos.

De quanto tempo preciso?

Uma hora chega para a praça e o Palácio da Cultura. Com o museu, conte meia manhã.

Vale a pena entrar no Museu de Antioquia?

Se lhe interessa Botero, sim: é a maior coleção da sua obra na Colômbia e complementa o que vê lá fora.

Galeria

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